Cegueira Contemporânea
17:32
Ruas cobertas de sombras que tentam se esconder sobre a noite ocultados pelas memorias banhadas a ouro. Almas puras de medo que engolem o próprio coração, nessa tentativa de derrotar o passado nos prova que o vazio cabido e preenchido pela ambição que acaba por nos destruir em uma poça de desespero, cujo quais as bordas são eternas prisões de ódio.
O medo que temos de ser felizes nos empurra ao penhasco das ilusões, terminamos no mais alto suicídio.
A compaixão fora esquecida pela nova geração, que através do tempo vem derramando perguntas e fazendo o direito no busca da felicidade momentânea, esquecendo de que a eternidade existe e é nela que devemos nos empenhar.
Os heróis não se foram, ainda estão aqui, basta querermos enxergar; Nossos pais por terem suportado toda evolução rápida e conseguido chegar ao hoje com uma família que tenta ainda encontrar felicidade eterna, esses sim são dignos e merecedores de receber esse titulo"heróis".
Pena, que enquanto uma pessoa nasce querendo fazer o bem, a mais cinco nascendo sem saber o que fazer e pior, mais quatro nascem prontos para fazer o mal.
O fim não esta próximo, o salvador não chegará pois o fim já se iniciou e há muito o salvador já chegou mas ainda não fomos capazes de enxergar-lo, o porque é óbvio, é do nosso feitio(ser humano) não enxergar o que sempre esteve ao nosso lado, sempre....
Isnar Monzato 28/07/2009
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Dono dos ceus
15:31


Caminhado entre nós, o desconhecido se diverte ao seu anonimato que lhe mantém oculto pra muitos mas revelado pra outros que sempre acreditaram em algo maior.
Caminhando ele segue, não para a menos se for para ajudar, levando felicidade e conhecimento a todo lugar que passa, deixa sua marca a cada horizonte que incansavelmente persegue com força de vontade e fé inabalaveis.
Perdido no Mundo real, perdido aqui na Terra ,sentindo um pouco sozinho e então joga seu olhar para o céu que o acolhe com pureza e harmonia e lhe da toda segurança de não estar sozinho, nunca mais.
Caminhando ainda de pé, se sustenta com raios e trovões que rasgam o céu como águias indomaveis; sua tristeza cobre os céus com tons escuros e claros, tons de indecisão; quando o amor bate a sua porta se depara com o infinito e então a céu se cala a seu desejo interior.
Um corresponde ao outro, suas emoções desconhecidas pelo homem tornam-se visíveis aos olhos da natureza e imperceptíveis aos olhos de quem tenta enxergar.
Um dom divino ou melhor "diferente", diferença essa que o torna o Dono dos Céus.
Isnar Monzato 28/09/2009
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